| Paços do Concelho Medievais de Avis | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Paços do Concelho Medievais de Avis | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Domus Municipalis Casa da Audiência Paços do Concelho Medievais de Avis | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | / | ||||||||||||
| Tipologia | |||||||||||||
| Categoria | |||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Portalegre/Avis/Avis | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Portalegre | ||||||||||||
| Concelho | Avis | ||||||||||||
| Freguesia | Avis | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público | ||||||||||||
| Cronologia | Portaria n.º 616/2020, DR, 2.ª série, n.º 203, de 19-10-2020 (ver Portaria) Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 14-08-2020 do subdiretor-geral da DGPC Anúncio n.º 84/2020, DR, 2.ª série, n.º 75, de 16-04-2020 (ver Anúncio) Despacho de concordância de 8-01-2020 da diretora-geral da DGPC Parecer favorável de 11-12-2019 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura Proposta de 16-01-2019 da DRC do Alentejo para a classificação como MIP Anúncio n.º 24/2018, DR, 2.ª série, n.º 30, de 12-02-2018 (ver Anúncio) Despacho de 5-12-2017 da diretora-geral da DGPC a determinar a abertura do procedimento de classificação de âmbito nacional Parecer favorável de 25-10-2017 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura Proposta de 17-06-2016 da DRC do Alentejo para a abertura de procedimento de classificação de âmbito nacional Requerimento de classificação de 23-05-2016 da CM de Avis, após deliberação camarária nesse sentido | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 12699926 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | Imóvel Encostado à fachada Norte da Igreja de Nossa Senhora da Orada (Matriz de Avis), o edifício dos antigos Paços do Concelho tem a sua origem no período Medieval tendo mantido esta atividade até pelo menos à segunda metade do século XVII quando são criados os novos Paços do Concelho. Trata-se de um imóvel em alvenaria de pedra e tijolo cujo revestimento exterior, praticamente inexistente, permite observar uma interessante estratigrafia ao nível dos paramentos, resultado das diversas alterações a que o imóvel foi sendo sujeito ao longo dos séculos. Possuindo uma planta retangular o edifício apresenta-se hoje sem cobertura sendo no entanto possível compreender o que terá sido a sua compartimentação original de apenas um piso com duas salas tendo o piso superior sido construído já em época posterior (RODRIGUES, p. 303). Assim, ao compartimento maior correspondiam originalmente quatro janelas de arcos geminados ogivais abertas na parede Norte, enquanto que na sala de menores dimensões existia apenas uma janela igualmente com arcos geminados mas trilobados. Para além destes vãos, observam-se outras aberturas entaipadas nas paredes exteriores, bem como diversos elementos pétreos embutidos, sobretudo na fachada virada a Este, resultado certamente do aproveitamento de elementos construtivos mais antigos. Considera-se que datará do século XIX (RODRIGUES, p. 303) o acrescento do piso superior assente sobre abóbada, alteração esta que irá cortar em dois a altura original das salas dos antigos Paços do Concelho. De referir que esta abóbada descarrega no piso térreo em três arcos de tijolo. Foi esta alteração de espaços que acabou por determinar também o entaipamento das antigas janelas. Tendo em conta estas transformações, foi necessário proceder à abertura de novos vãos desta vez rematados por molduras de pedra lisa. Do lado Este existe ainda uma escada de acesso ao piso superior com ligação a uma porta com o mesmo tipo de desenho de vão, indiciando que se trata de uma mesma campanha de obras. História Em 1211 D. Afonso II irá doar aos Freires de Évora, também chamados de Calatrava, o lugar de Avis. A partir de então o Mestre D. Fernando Enes inicia a construção de uma fortificação que acabará por se tornar a sede de uma Ordem Militar que seguia a regra beneditina e que irá adotar o nome da localidade. Será talvez desta época a criação da primeira sala de audiências de Avis, prolonga-se no entanto esta ocupação até pelo menos ao início do século XVII já que, em 1674, será substituída por um novo edifício (IDEM, p. 303). Maria Ramalho/DGPC/2018 | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | Castelo de Avis Pelourinho de Avis | ||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 2 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 0 | ||||||||||||
Paços do Concelho Medievais de Avis - Planta anexa ao anúncio de abertura do procedimento de classificação, com a delimitação e a ZGP em vigor (já foi classificado em 2020)
Paços do Concelho Medievais de Avis - Planta anexa à portaria de classificação como MIP, com a delimitação do bem classificado e a ZGP em vigor
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