| Núcleo Arqueológico das Antigas Alcaçarias do Duque | |||||
| Designação | |||||
| Designação | Núcleo Arqueológico das Antigas Alcaçarias do Duque | ||||
| Outras Designações / Pesquisas | |||||
| Categoria / Tipologia | / | ||||
| Tipologia | |||||
| Categoria | |||||
| Inventário Temático | |||||
| Localização | |||||
| Divisão Administrativa | Lisboa/Lisboa/Santa Maria Maior | ||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Lisboa | ||||
| Concelho | Lisboa | ||||
| Freguesia | Santa Maria Maior | ||||
| Proteção | |||||
| Situação Actual | Classificado | ||||
| Categoria de Protecção | Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público | ||||
| Cronologia | Portaria n.º 772/2024/2, DR, 2.ª série, n.º 210, de 29-10-2024 (ver Portaria) Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 29-08-2024 do presidente do Património Cultural, I.P. Anúncio n.º 91/2024, DR, 2.ª série, n.º 87, de 6-05-2024 (ver Anúncio) Despacho de concordância de 29-12-2023 do diretor-geral da DGPC Proposta de 11-10-2023 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura para a classificação como MIP Proposta de 27-01-2023 do Departamento dos Bens Culturais da DGPC para a classificação como MIP Declaração de Retificação n.º 733/2022, DR, 2.ª série, n.º 161, de 22-08-2022 (retificou a designação, acrescentando "Antigas") (ver Declaração) Anúncio n.º 173/2022, DR, 2.ª série, n.º 155, de 11-08-2022 (ver Anúncio) Despacho de 29-06-2022 do diretor-geral da DGPC a determinar a abertura de procedimento de classificação de âmbito municipal Proposta de 20-05-2022 do Departamento dos Bens Culturais da DGPC para a abertura de procedimento de classificação de âmbito municipal Requerimento de classificação de 18-09-2018 recebido em 23-10-2018 | ||||
| ZEP | |||||
| Zona "non aedificandi" | |||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||
| Património Mundial | |||||
| Património Mundial Designação | |||||
| Cadastro | |||||
| AFECTACAO | 9914630 | ||||
| Descrição Geral | |||||
| Nota Histórico-Artistica | As Alcaçarias do Duque foram o primeiro estabelecimento do género (banhos públicos), ao que se lhe seguiram no tempo outros estabelecimentos similares mas sem a importância ou o cuidado que estes detiveram até à segunda metade do século vinte quando foram definitivamente encerrados (1978). Através da leitura do Relatório Final dos Trabalhos Arqueológicos, de Filipe J. C. Santos (2017), e no que à interpretação das evidências arqueológicas diz respeito, o balneário publico, Alcaçarias do Duque, seria constituído por um conjunto de pequenos cubículos, bem compartimentados, com distinta dimensão, dispostos ao longo de dois corredores paralelos, e servidos, cada um, inicialmente por uma banheira (em calcário), associando-se a áreas de circulação e utilização compostas por lajes bem esquadriadas da mesma natureza geológica, juntamente com as estruturas e sistema de armazenamento, condução e escoamento de águas, o que remete para a utilização do piso térreo do prédio na Rua do Terreiro do Trigo, 52-60, como um grande balneário (séc. XIX / XX).Podemos dividir o espaço / sala do piso térreo em três áreas distintas. A parte central, é ocupada pelas 15 pequenas salas de banhos, tendencialmente trapezoidais e rectangulares, adaptando-se à configuração imposta pelos alçados do próprio imóvel. Antecedia as salas dos banhos um vestíbulo, hoje "esse vestíbulo, de configuração rectangular e que atinge a primeira fileira de elementos da sala hipóstila, servido a partir da rua por uma escada em pedra e da qual não nos chegaram as guardas, embora os seus pontos de ancoragem tenham persistido, encontra-se extramente bem representado pela disposição alternada, como se de um tabuleiro de jogo se tratasse, de lajes quadrangulares de calcário branco e cinzento-azulado, lajes essa bem emolduradas por elementos maiores, rectangulares, de calcário branco, dispostos sobres os lados maiores do vestíbulo. O efeito cénico, ainda que não seja surpreendente, não deixa de constituir um apontamento estético interessante sobre o conjunto das ruínas. Na extremidade oposta, junto ao tardoz do edifício, onde se localiza um ponto de captação de água que alimentaria todo o sistema ligado ao próprio saneamento dos banhos, e onde aí hoje se pode ver, ainda, a água a borbulhar a partir da possível nascente, encontramos um conjunto de tanques que, ao que tudo parece apontar, poderiam servir como reservatórios que alimentariam, através de um complexo sistema de tubagens de chumbo, cada uma das salas de banho". No que às paredes divisórias dos banhos diz respeito, os trabalhos arqueológicos comprovam que as mesmas se apoiam por vezes nas próprias colunas presentes no interior do edifício, bem como nos seus alçados laterais, com a única exceção, neste caso concreto, de a fileira de banhos estar presente na parte central da sala. Paulo Martins/DGPC, 2021. | ||||
| Processo | |||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | Castelo de São Jorge e resto das cercas de Lisboa Chafariz D'El Rei, incluindo as estruturas hidráulicas conexas (reservatório, cisterna e mina de água) Igreja de São Miguel | ||||
| Outra Classificação | |||||
| Nº de Imagens | 2 | ||||
| Nº de Bibliografias | 0 | ||||
Núcleo Arqueológico das Antigas Alcaçarias do Duque - Planta relativa ao anúncio de abertura do procedimento de classificação de âmbito nacional, com a delimitação do imóvel e da ZGP em vigor (já foi classificado)
Núcleo Arqueológico das Antigas Alcaçarias do Duque - Planta anexa à portaria de classificação como MIP, com a delimitação do bem classificado e da respetiva ZGP
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