| Trecho de arquitectura medieval constituído por pelourinho, torre ameada e fonte ameada | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Trecho de arquitectura medieval constituído por pelourinho, torre ameada e fonte ameada | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Castelo de Aguiar da Beira / Torre ameada em Aguiar da Beira (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Fonte Ameada em Aguiar da Beira (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Pelourinho de Aguiar da Beira (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Fonte | ||||||||||||
| Tipologia | Fonte | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Guarda/Aguiar da Beira/Aguiar da Beira e Coruche | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Guarda | ||||||||||||
| Concelho | Aguiar da Beira | ||||||||||||
| Freguesia | Aguiar da Beira e Coruche | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como MN - Monumento Nacional | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 8 330, DG, I Série n.º 167, de 17-08-1922 (ver Decreto) Nota: o pelourinho já tinha sido individualmente classificado pelo Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto) (ver ficha) | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Conjunto | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 9913729 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | A praça central de Aguiar da Beira, de origem medieval, é hoje conhecida por Largo dos Monumentos, toponímia que é perfeitamente justificada pela presença no local do importante conjunto da Torre do Relógio, Pelourinho, e Fonte Ameada. A fonte, provavelmente a mais antiga das três construções, consta de um poço e tanque de chafurdo (ou de mergulho) com cobertura definindo um terraço sobre a praça. A construção tem singela planta quadrangular, rasgada por um vão largo em arco quebrado, que dá acesso ao poço. O pavimento, lajeado, fica abaixo da cota do largo nesse ponto, sendo o desnível vencido por três degraus ladeados por muretes baixos, que servem igualmente de bancos públicos. O interior é coberto por abóbada de secção ogival. No exterior, destaca-se a cortina de ameias que coroa os paredões laterais e o principal, definindo um terraço descoberto, acessível através de cinco degraus no alçado posterior, que fica a pouca altura da calçada. O terraço é lajeado e rodeado por um banco corrido, compondo um espaço público em tribuna, deitando sobre o largo, e que a tradição diz tratar-se do local onde se reuniam os concelhos municipais. É voz corrente que esta fonte tem origem árabe, embora a actual construção seja gótica, atribuível aos séculos XIV-XV. Poderia datar da reconstrução dionisina do antigo castelo, no início do século XIV, do qual resta um troço de muralha, e a torre (igualmente ameada) já referida. No murete do terraço da fonte encontra-se uma inscrição, em caracteres góticos pouco legíveis, que reza rui periz / me fez, ou rui periz / martiinz. Também quase ilegíveis figuram as armas de Portugal, gravadas num merlão da fachada lateral a nordeste. SML O castelo de Aguiar da Beira foi mandado edificar por D. Dinis no início do século XIV, para substituir a fortificação castreja que, à época, se mostrava insuficiente para a defesa da vila. Da fortaleza dionisina subsiste, além de um troço de muralha, a Torre Ameada que se ergue no centro da povoação, e que se pensa ter sido originalmente utilizada como atalaia, prisão ou almenara (COSTA; PORTUGAL, 1985). De planta quadrada, a torre é uma estrutura imponente e maciça, rematada no topo por merlões de face rectangular e quatro gárgulas de canhão, cujo modelo de gosto seiscentista indica o seu posterior acrescento. Numa das fachadas laterais rasga-se a porta de acesso ao interior, de moldura em arco pleno, à qual se acede por degrau. A fachada principal ostenta, no piso térreo, um Passo da Via Sacra quadrangular em granito, edificado no século XVII, rematado por friso e pináculos. Sobre este, rasgam-se uma fresta e duas janelas quadradas. O interior é um espaço unificado com quatro registos e escadas de madeira, coberto por vigamento de madeira que suporta o telhado. Catarina Oliveira DIDA/ IGESPAR, I.P./ Fevereiro de 2011 | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 0 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 3 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| A arquitectura manuelina | DIAS, Pedro | Edição | 2009 | Vila Nova de Gaia | |
| Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses | ALMEIDA, João de | Edição | 1948 | Lisboa | |
| Aguiar da Beira - a história, a terra, e as gentes | COSTA, Fernando Jorge dos Santos | Edição | 1985 | Aguiar da Beira | |
| Aguiar da Beira - a história, a terra, e as gentes | PORTUGAL, João António de Sequeira Alves | Edição | 1985 | Aguiar da Beira |
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