| Ponte de Lagoncinha | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Ponte de Lagoncinha | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Ponte de Lagoncinha (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Ponte | ||||||||||||
| Tipologia | Ponte | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Braga/Vila Nova de Famalicão/Lousado | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Braga | ||||||||||||
| Concelho | Vila Nova de Famalicão | ||||||||||||
| Freguesia | Lousado | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como MN - Monumento Nacional | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 32 973, DG, I Série n.º 175, de 18-08-1943 (ver Decreto) | ||||||||||||
| ZEP | Portaria de 1-02-1961, publicada no DG, II Série, n.º 108, de 6-02-1961 (com ZNA) | ||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 9914629 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | A ponte de Longocinha, sobre o Rio Ave, remonta, muito possivelmente, ao período medieval, época em que substituiu a antiga ponte romana que estabelecia a ligação entre o Porto e a cidade de Braga e, principalmente, a ligação entre o Porto e Santarém, naquela que era considerada uma das mais importantes vias do Império Romano (Scalabis Praesidium Julium) (COSTA, 2002, p. 23 e 27). Numa das extremidades situa-se a capela de São Lourenço e do outro uma série de alminhas. Inteiramente construída em cantaria, a ponte apresenta o tabuleiro ligeiramente rampante, com guarda inteira e pavimento lajeado. É suportada por três arcos plenos e três em ogiva, e reforçada por contrafortes com quebra-rios de secção quadrada e triangular, a jusante e a montante, respectivamente. Nas centúrias seguintes, há notícias de obras de conservação na ponte (IDEM, p. 27). No século XVIII, a barca da Trofa que, depois da construção de um açude nesta zona, atravessava o rio, tornou esta opção mais apetecível, pelo que a ponte foi relegada para um plano secundário, apenas se utilizando em alturas de cheias. Mais tarde, ergue-se uma ponte de madeira para substituir a Barca da Trofa, sucessivamente substituída por uma outra pênsil e por uma outra de betão armado (IDEM, p. 28). (Rosário Carvalho) | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 4 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 1 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
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| Análise do Comportamento da Ponte da Lagoncinha sob a Acção do Tráfego Rodoviário, Dissertação de Mestrado em Estruturas de Engenharia Civil apresentada à faculdade de Engenharia da Universidade do Porto | COSTA, Cristina Margarida Rodrigues | Edição | 2002 | Porto |
Ponte de Lagoncinha - Arcos do lado jusante
Ponte de Lagoncinha - Tabuleiro
Ponte de Lagoncinha - Tabuleiro: pormenor das guardas
Ponte de Lagoncinha - Tabuleiro
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