| Quiosque no Jardim do Passeio Alegre, também denominado «Chalet do Passeio Alegre», «Chalet do Carneiro» ou «Chalet Suíço» | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Quiosque no Jardim do Passeio Alegre, também denominado «Chalet do Passeio Alegre», «Chalet do Carneiro» ou «Chalet Suíço» | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Quiosque do Jardim do Passeio Alegre / Chalet do Passeio Alegre / Chalet do Carneiro / Chalet Suíço (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Quiosque | ||||||||||||
| Tipologia | Quiosque | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Porto/Porto/Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Porto | ||||||||||||
| Concelho | Porto | ||||||||||||
| Freguesia | Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como IM - Interesse Municipal | ||||||||||||
| Cronologia | A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001 Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto) | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 12707538 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | Imóvel Implantado na extremidade noroeste do Passeio Alegre, o Quiosque do Passeio Alegre, também conhecido por Chalet Suisso, Chalé Suiço, ou Chalet do Passeio Alegre, é uma construção de planta octogonal, constituída por panos de madeira e ferro atualmente rebocados. Das oito faces do quiosque, quatro são abertas, com três portas e uma janela, e as restantes quatro são cegas. O conjunto é rematado por telhado piramidal, que assenta sobre bases de ferro forjado formadas por recortes florais, dividido em oito tramos e coberto por chapas metálicas, tendo no pináculo a figura de um carneiro. No espaço interior pode ver-se a cobertura, que acompanha o formato do telhado e exibe ao centro as iniciais ACS, alusivas ao primeiro proprietário. História Entre as últimas décadas de Oitocentos e as primeiras de Novecentos, a Invicta recebeu um grande número desta tipologia de estruturas de lazer, em ferro ou, os mais tardios, em betão, com modelos cujo gosto evoluiu com a arte do seu tempo. Estas micro-arquiteturas, edificadas em diferentes formas e destacando-se pelas suas cores, marcavam a paisagem urbana vendendo livros, revistas, bebidas, frutas, flores, tabaco, e servindo como local de tertúlias intelectuais ou de convívio da sociedade portuense. O Quiosque do Passeio Alegre foi construído em 1873, numa das extremidades do famoso jardim portuense com o mesmo nome. O espaço de lazer foi mandado edificar por António Carneiro dos Santos, durante o processo de construção do Jardim do Passeio Alegre. O quiosque, um dos poucos construídos no Porto com espaço interior para utilização do público, acabaria por ser inaugurado alguns anos antes da conclusão dos jardins que o circundam. Em 1906 o espaço foi vendido a Charles Frederick Chambers e, posteriormente, ao suíço Jácome Rasker; terá sido este proprietário quem mudou a designação do pequeno pavilhão para Chalet Suisso, nome que ostenta até hoje. Nos registos fotográficos do quiosque datados do início do século XX pode verificar-se que a estrutura era pontuada por elementos decorativos em ferro forjado, nomeadamente um friso recortados colocado a toda a volta do telhado, semelhante às bases de ferro onde este assenta, e suportes para luminárias junto às portas principais. O Quiosque do Passeio Alegre, classificado como de interesse municipal em 1996, é possivelmente o mais eminente dentro do conjunto destas estruturas de lazer que ainda subsistem na cidade do Porto. Catarina Oliveira DGPC, 2018 | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | Zona do Passeio Alegre | ||||||||||||
| Nº de Imagens | 4 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 3 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| Quiosques resistem à extinção | LUZ, Carla Sofia | Fascículo | 1998 | Tipo : Jornal | |
| Foz do Douro | MONTEREY, Guido | Edição | 1965 | Secção Cultural do Clube Infante Sagres | |
| Uma história de quiosques | BONY, Claudie | Edição | 2004 | Lisboa |
Quiosque no Jardim do Passeio Alegre - Vista geral
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