| Palheiro de José Estêvão | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Palheiro de José Estêvão | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Palheiro de José Estêvão (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Palheiro | ||||||||||||
| Tipologia | Palheiro | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Aveiro/Ílhavo/Gafanha da Encarnação | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Aveiro | ||||||||||||
| Concelho | Ílhavo | ||||||||||||
| Freguesia | Gafanha da Encarnação | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Não aplicável | ||||||||||||
| Cronologia | Despacho de encerramento de 3-02-2005 | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 12707538 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | Edificação de madeira, em tábuas sobrepostas, e pintado de vermelho com listras negras, o Palheiro José Estêvão situa-se à entrada da Costa Nova, destacando-se ainda por toda a história que o envolve, desde a sua aquisição em meados do século XIX por José Estêvão Coelho de Magalhães. Nascido em Aveiro a 26 de Novembro de 1809, José Estêvão foi um defensor da causa liberal, tendo estado em Inglaterra e depois na Terceira, desembarcando no Mindelo em 1832. Regressado a Aveiro, retomou o curso de Direito na Universidade de Coimbra, e foi depois deputado por Aveiro, fundando, em 1838, o jornal "O Tempo". De entre as causas que defendeu registam-se, com particular destaque, a edificação do novo Liceu de Aveiro e a passagem pela cidade da linha de caminhos de ferro que ligava Lisboa ao Porto. Faleceu em Lisboa, a 4 de Novembro de 1862. Em meados do século interessou-se pela moda que então despontava de "ir a banhos", adquirindo o palheiro da Costa Nova, por onde passaram célebres intelectuais e políticos no século XIX, entre os quais se destaca Eça de Queiroz ou Oliveira Martins. A Costa Nova, cuja origem remonta à abertura da nova barra, em 1808, viu crescerem, desde esse ano, uma série de palheiros, de tábuas sobrepostas e pintados de vermelho, que se destinavam aos pescadores. Com a transformação desta zona numa importante estância balnear, para cuja fama muito contribuiu José Estêvão, os palheiros foram perdendo a sua função original, sendo alugados aos que procuravam o local para os seus banhos. (Rosário Carvalho) | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 1 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 1 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| Aveiro e sua região | ROSA, A. Quaresma | Edição | 1979 | Aveiro | |
| Aveiro e sua região | REBELO, Fernando | Edição | 1979 | Aveiro |
Panorâmica, Agosto de 2003
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