| Forte do Cão | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Forte do Cão | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Fortim do Cão (Gelfa) (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Militar / Forte | ||||||||||||
| Tipologia | Forte | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Militar | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Viana do Castelo/Caminha/Âncora | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Viana do Castelo | ||||||||||||
| Concelho | Caminha | ||||||||||||
| Freguesia | Âncora | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (voltou a ser classificado como IIP, com a designação de "Forte do Cão") (ver Decreto) Retificação publicada no DG, I Série, n.º 59, de 10-03-1967 (localização corrigida para o concelho de Caminha) (ver Retificação) Decreto n.º 47 508, DG, I Série, n.º 20, de 24-01-1967 (classificado com a designação de "Fortim do Cão (Gelfa)", sendo indicado o concelho de Viana do Castelo) (ver Decreto) | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 9823119 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | Imóvel Localizado no lugar da Gelfa, num maciço rochoso a sul de Vila Praia de Âncora, o Forte do Cão é uma estrutura defensiva de planta estrelada composta por quatro ângulos, ou redentes. Na face virada a terra os ângulos apresentam guaritas, unindo-se através de uma cortina de alvenaria de pedra onde foi rasgada a porta de acesso, de arco de volta perfeita. Na face virada ao mar os redentes, mais pequenos, flanqueiam a bateria com plataforma a barbete, em forma de meia lua. O parapeito dos paramentos pétreos possui merlões e canhoeiras. No espaço interior erguem-se dois edifícios retangulares de um piso, com portas e janelas com grades, que flanqueiam o espaço central da praça de armas. Junto à porta ergue-se, a cada lado, uma escada de pedra de acesso à plataforma. História O Forte do Cão, também conhecido por Forte da Gelfa, foi edificado cerca de 1690, por ordem do rei D. Pedro II. O objetivo da construção desta pequena fortaleza era reforçar o sistema defensivo já então estabelecido na zona fronteiriça do Minho. Sabe-se que em 1683 é referida numa sessão da Câmara de Viana da Foz do Lima a necessidade de se fazerem redutos e plataformas na foz do rio Âncora e no lugar de Montedor, para que aí se pudessem colocar vigias e depositar peças de artilharia. Este pedido denota que as populações costeiras sentiam, à época, a necessidade de reforçar a defesa da costa atlântica face não só às incursões de pirataria como também às ameaças da armada espanhola. Na realidade, o conjunto de fortificações semelhantes construídas entre as zonas de Vila Praia de Âncora e Esposende num período já posterior à Guerra da Restauração permite considerar que no último quartel do século XVII foi elaborado um plano construtivo de novas estruturas militares que iriam reforçar a linha de fogo das fortalezas já existentes no litoral minhoto. Embora de pequenas dimensões, a estrutura e a capacidade defensiva do Forte do Cão permitem que seja classificado como uma verdadeira fortaleza (e não como um fortim ou bateria). A planimetria da estrutura apresenta a mesma concepção geral que duas outras fortificações da região limítrofe de Viana, os fortes da Areosa e de Montedor, sendo possível que tenham sido desenhadas pelo mesmo engenheiro. No entanto, e apesar da importância da sua implantação num local estratégico na defesa costeira da região do Lima, esta fortaleza foi desactivada em 1716 por ordem da Junta dos Três Estados, perdendo a sua guarnição permanente. Em 1967 o Forte do Cão foi classificado como de interesse público. Catarina Oliveira DGPC, 2020 | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 0 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 5 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| Alto Minho | ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de | Edição | 1987 | Lisboa | |
| "Do rigor teórico à urgência prática: a arquitectura militar", História da Arte em Portugal, vol. 8 | MOREIRA, Rafael | Edição | 1986 | Lisboa | |
| Guia de Inventário - Fortificações medievais e modernas | NOÉ, Paula | Edição | 2015 | ||
| Teoria y proyeto sobre las fortificaciones militares al nuerte del Duero | FERNANDEZ NUNEZ, Estanislao | Edição | 1987 | Vila Nova de Gaia | |
| "Forte do Cão/Gelfa", Informação Arqueológica, vol. 5 | SILVA, M. Isabel | Edição | 1985 | Braga | |
| "Forte do Cão/Gelfa", Informação Arqueológica, vol. 5 | BATISTA, J. Mureles | Edição | 1985 | Braga |
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