| Ponte de Dorna | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Ponte de Dorna | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Ponte de Dorna (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Ponte | ||||||||||||
| Tipologia | Ponte | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Viana do Castelo/Melgaço/Castro Laboreiro e Lamas de Mouro | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Viana do Castelo | ||||||||||||
| Concelho | Melgaço | ||||||||||||
| Freguesia | Castro Laboreiro e Lamas de Mouro | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 1/86, DR, I Série, n.º 2, de 3-01-1986 (ver Decreto) | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 12707538 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | A ponte da Dorna é um dos mais claros exemplos de como algumas destas estruturas de passagem são estilisticamente incaracterísticas, a ponto de não se poder afirmar peremptoriamente qual a sua época de construção. Em muitos casos, o utilitarismo da estrutura e a modéstia de meios levou a que os construtores executassem projectos pouco mais que sumários, resumindo-se a edificação a um arco pouco pronunciado e a um tabuleiro superior, não existindo talhamares, guardas laterais ou outros elementos que pudessem ajudar a uma mais objectiva classificação cronológico-estilística. É desta forma que alguns dos autores que mais se debruçaram sobre as pontes antigas do Alto Minho publicaram opiniões diametralmente opostas em relação à datação a atribuir à obra: romana com uma fase medieval (RODRIGUES, 1985, p.18) ou apenas romana (RIBEIRO, 1998, p.171). À semelhança do que aconteceu com muitas outras pontes históricas da região de Castro Laboreiro (Assureira, Cava da Velha ou Varziela), também esta terá sido inicialmente construída na época romana, sucedendo-lhe uma intervenção de consolidação estrutural na Baixa Idade Média. A esta conclusão nos levam alguns indícios, ainda que não possam ser tomados como definitivos, pelo menos sem que exista um mais rigoroso estudo do local, das fundações e do aparelho da ponte. No período romano, a zona era atravessada por uma estrada que ligava a Portela do Homem à "Terra-Chã, Mareco e Castro Laboreiro" (RODRIGUES, 1985, p.19), via que cruzaria a Ribeira da Dorna neste ponto. A hipótese de, na origem, a ponte ter sido romana é ainda reforçada pelo acesso através de duas curvas, enquadramento típico do período de domínio romano. No entanto, algumas características construtivas parecem ser medievais, como o tabuleiro em cavalete de dupla rampa pouco acentuada, as aduelas relativamente pouco cuidadas do arco (largas, mas desprovidas de almofadado), o aparelho irregular do enchimento e o lajeado com algumas lacunas (apesar de formado por pedras de apreciáveis dimensões). Também a largura do tabuleiro se relaciona melhor com o que conhecemos da pontística medieval, com cerca 2,80m, suficiente para a passagem de carros de tracção animal. Com pouco mais de 3,50m de comprimento e uma altura de 2,50m, a ponte da Dorna necessita de um estudo aprofundado, prévio a qualquer intervenção de consolidação e de valorização. O local relativamente afastado em que se encontra, e o esquecimento a que tem vindo a ser votada, levaram à sua acentuada degradação e à profusão de espécies arbóreas nas suas imediações e junto às fundações, que constantemente ameaçam a estabilidade do arco. Superiormente, o lajeado tem sido constantemente afectado pela erosão, e as guardas laterais (se as teve) já ruíram. É, em todo o caso, um dos mais interessantes casos conservados, precisamente pelo seu carácter utilitário ao longo de séculos, em detrimento de eventuais rasgos de monumentalidade. PAF | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 0 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 3 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
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| Pontes Romanas e Românicas de Castro Laboreiro | RODRIGUES, Pe. Aníbal | Edição | 1985 | Viana do Castelo | n.º 2, s.l., |
| Caminhos velhos e Pontes de Viana e Ponte de Lima | ARAÚJO, José Rosa de | Edição | 1962 | Viana do Castelo | |
| Pontes Antigas Classificadas | RIBEIRO, Aníbal Soares | Edição | 1998 | Lisboa |
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