| Pelourinho de Alhos Vedros | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Pelourinho de Alhos Vedros | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Pelourinho de Alhos Vedros (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Civil / Pelourinho | ||||||||||||
| Tipologia | Pelourinho | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Civil | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Setúbal/Moita/Alhos Vedros | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Setúbal | ||||||||||||
| Concelho | Moita | ||||||||||||
| Freguesia | Alhos Vedros | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 12736627 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | Alhos Vedros é uma das mais antigas localidades da margem Sul do curso terminal do Tejo. A primeira referência conhecida a seu respeito data de 1298, ano em que se documenta já a sua igreja, dedicada a São Lourenço. Por essa altura, a vila era uma das duas sedes de freguesia do antigo concelho de Ribatejo - a par da extinta Sabonha, depois transformada em São Francisco no século XVII e hoje integrada no concelho de Alcochete -, e estava vinculada à Ordem de Santiago, que aqui possuía comenda. Por estes dados, tem-se sugerido que as origens do povoamento de Alhos Vedros se tenha verificado imediatamente após a conquista de Lisboa, Almada e Palmela, de 1147, evoluindo à medida que a Ordem de Santiago tomou posse das terras e as pretendeu desenvolver economica e populacionalmente. O pelourinho não data de tempos tão recuados, mas evoca ainda os tempos em que Alhos Vedros foi sede do território circundante. A sua construção deve situar-se pela segunda década do século XVI, imediatamente após a concessão de foral, passada por D. Manuel a 15 de Dezembro de 1514. De facto, são vários os elementos manuelinos que podemos encontrar nesta obra, reveladores de grande homogeneidade cronológica e artística. O principal (pelo maior impacto visual que tem), é o primeiro degrau em que se assenta o monumento (dos três ue formam a plataforma), de perfil circular e decorado com "grosso calabre ao jeito manuelino" (MALAFAIA, 1997, p.83), de duplo toro entrançado. Segue-se a base, quadrangular, mas de moldura octogonal de faces reintrantes, tão característica das bases de colunas e de arquivoltas dos portais das primeiras décadas do século XVI. O fuste é monolítico e octogonal, terminando num pequeno capitel tronco-piramidal antecedido por dupla moldura. O coroamento é relativamente simples, com peça única de terminação piramidal, sobre a qual se apoia uma composição de ferro, com esfera armilar e uma seta orientada para Ocidente. Localizado na principal praça da vila, confrontando com as propriedades da Misericórdia local, o pelourinho é a marca distintiva do antigo estatuto de Alhos Vedros como sede municipal, prerrogativa extinta em 1855, altura em que passou a integrar o concelho da Moita. Ainda antes, em 1834, a vila deixara de ser propriedade da Ordem de Santiago, facto que se revelou decisivo para a integração desta parcela de território na unidade centralizada a partir da Moita. Só muito recentemente o pelourinho foi alvo de alguma atenção. Classificado em 1933, data de 1980 o arranjo do espaço envolvente, com definição de um jardim na direcção do Hospital da Misericórdia e das traseiras da Igreja Matriz, beneficiação urbanística que se revelou fundamental para uma maior monumentalidade da obra. PAF | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 4 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 5 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| Os Pelourinhos. Elementos para o seu catálogo geral | CHAVES, Luís | Edição | 1938 | Lisboa | |
| "Os pelourinhos do Distrito de Setúbal", A Província, Montijo, 12 de Maio de 1955 | BONIFÁCIO, Luís | Edição | 1955 | Montijo | |
| Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral | MALAFAIA, E. B. de Ataíde | Edição | 1997 | Lisboa | |
| Subsídios para a história de Alhos Vedros. Informações paroquiais de Alhos Vedros e Moita | ALVES, Carlos F. Póvoa | Edição | 1992 | Alhos Vedros | |
| Sabonha e S. Francisco | VARGAS, José Manuel | Edição | 2004 | Alcochete |
Pelourinho de Alhos Vedros - Vista geral
Pelourinho de Alhos Vedros - Base com encordoado
Pelourinho de Alhos Vedros - Coroamento
Pelourinho de Alhos Vedros - Coroamento
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