| Castelo de Folgosinho | |||||||||||||
| Designação | |||||||||||||
| Designação | Castelo de Folgosinho | ||||||||||||
| Outras Designações / Pesquisas | Castelo de Folgosinho (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) | ||||||||||||
| Categoria / Tipologia | Arquitectura Militar / Castelo | ||||||||||||
| Tipologia | Castelo | ||||||||||||
| Categoria | Arquitectura Militar | ||||||||||||
| Inventário Temático | |||||||||||||
| Localização | |||||||||||||
| Divisão Administrativa | Guarda/Gouveia/Folgosinho | ||||||||||||
| Endereço / Local |
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| Distrito | Guarda | ||||||||||||
| Concelho | Gouveia | ||||||||||||
| Freguesia | Folgosinho | ||||||||||||
| Proteção | |||||||||||||
| Situação Actual | Classificado | ||||||||||||
| Categoria de Protecção | Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público | ||||||||||||
| Cronologia | Decreto n.º 26 453, DG n.º 70, de 25-03-1936 (ver Decreto) | ||||||||||||
| ZEP | |||||||||||||
| Zona "non aedificandi" | |||||||||||||
| CLASS_NAME | Monumento | ||||||||||||
| Património Mundial | |||||||||||||
| Património Mundial Designação | |||||||||||||
| Cadastro | |||||||||||||
| AFECTACAO | 181502 | ||||||||||||
| Descrição Geral | |||||||||||||
| Nota Histórico-Artistica | São muito discutidas as origens do castelo de Folgosinho. Em inícios do século XX, alguns investigadores reconheceram vestígios de um primitivo castelo medieval, que então atribuíram à acção de D. Sancho I pela década de 80 do século XII, monarca que concedeu foral à povoação em 1187. Infelizmente, até à data não foi possível confirmar esta suposição, não obstante o concelho de Gouveia ter sido recentemente objecto de múltiplas prospecções arqueológicas, incidentes particularmente sobre a Idade Média. Certo é que, a confirmar-se algum dia esta relação, Folgosinho não terá integrado a primeira linha de conquista e de definição militar do território nacional, aparecendo, somente, numa fase de pleno povoamento. Mas mesmo esta leitura carece de melhores dados de documentação. Ao longo dos séculos, as referências à estrutura militar são praticamente nulas, associando-se aos forais passados por D. Afonso II, D. Dinis e D. Manuel, mas não evidenciando uma preponderância efectiva no controle e gestão do território. Em 1938, quando a Junta de Freguesia de Folgosinho chamou a si a intenção de reconstruir o castelo, o monumento estava em ruína e só um espírito historicista, que então animava as estruturas de poder do país, permitiu que se refizesse o que não se sabe ao certo como tinha sido. O actual castelo é um diminuto recinto circular, com aproximadamente 10 metros de diâmetro, com muralha reforçada por pequeno adarve protegido por merlões e três inventivas guaritas cilíndricas. A porta principal está voltada a Ocidente e, do lado oposto, ergue-se a torre de menagem, de secção quadrangular, com acesso por porta de arco apontado. PAF | ||||||||||||
| Processo | |||||||||||||
| Abrangido em ZEP ou ZP | |||||||||||||
| Outra Classificação | |||||||||||||
| Nº de Imagens | 2 | ||||||||||||
| Nº de Bibliografias | 1 | ||||||||||||
| TITULO | AUTOR(ES) | TIPO | DATA | LOCAL | OBS. |
|---|---|---|---|---|---|
| Castelos em Portugal. Retrato do seu Perfil Arquitectónico | CORREIA, Luís Miguel Maldonado de Vasconcelos | Edição | 2010 | Coimbra |
Castelo de Folgosinho - Vista geral
Castelo de Folgosinho - Vista parcial das ameias
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